Um triste cenário do trânsito brasileiro

No Brasil, os acidentes de trânsito matam cerca de 40 mil pessoas. (Foto: André Gustavo Stumpf)

Os acidentes de trânsito  continuam a ter números devastadores de sinistralidade, no país e no mundo.  Um dado bem grave é que, na sua grande maioria, o acidente interfere também na vida de quem não tem participação direta na execução do acidente,ou seja, impacta a vida do acidentado e de vários dos seus familiares. O Brasil ocupa a quarta posição em um ranking dos países que tiveram maior sinistralidade, nas Américas.

Estima-se que, no país, atualmente morrem ao redor de 40 mil pessoas em acidentes de trânsito por ano. A Organização Mundial da Saúde informa que, se nada de mais efetivo for feito, quase dois milhões de pessoas podem morrer no trânsito, em 2020 (sendo a quinta maior causa de morte no mundo) e 2,4 milhões, em 2030. Nesse período, outro número estarrecedor é que milhões de pessoas sobreviverão aos acidentes a cada ano, porém com traumatismos e ferimentos permanentes.

A atenção durante o movimento de um veículo automotor, inclui a parte do condutor e a parte do pedestre. Os tipos de acidentes mais comuns, conforme dados do DNIT/Ministério dos Transportes, em 2011, são os seguintes: (a) Colisão traseira (29,11% dos acidentes); (b) Choque no mesmo sentido (16,17%); (b) Saída da pista (13,20%); (b) Choque transversal (10,09%), e; (e) Colisão com objeto fixo (7,78%).

Segundo o Observatório Nacional de Segurança Viária, 90% dos acidentes são causados por falhas humanas. Apenas 5% dos acidentes ocorrem por falhas mecânicas e outros 5% por causa de falhas na via. Como divulgado pelo Observatório, a maior parte dos acidentes de trânsito são causados pelos condutores e também pelos pedestres, relativamente. Então, é de extrema responsabilidade do cidadão respeitar as leis para que os acidentes sejam cada vez mais reduzidos.

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