A tecnologia é fator de risco na condução

Texting-Driving

saúde e a concentração ao volante têm de ser compatíveis para se conduzir de forma segura. Com a diversidade e a evolução da informação e das tecnologias parece que nunca estamos em dia em relação a este tema. Será que o estresse tecnológico é fator de risco na condução?

 

Para além disso, a sua complexidade resulta num dilema complicado para provar se realmente nos beneficia ou nos prejudica, não só pelo tempo que lhe dispensamos diariamente, mas também pela dificuldade em aprender constantemente novos programas. O uso intensivo de tecnologias de informação dá lugar a padrões de comportamento que podem equilibrar ou desestabilizar a nossa vida pessoal.

 

A tecnologia pode provocar estresse, até pela falta de formação, sobretudo o desconhecimento do que é novo pode aumentar a sinistralidade rodoviária, porque se não sabemos utilizar determinado sistema e ninguém nos explica, quais são as vantagens que esta nos oferece, pouco ou nada podemos fazer para melhorar a segurança.

 

A introdução que se está a realizar em termos de dispositivos de segurança nos carros mais recentes, como por exemplo, o sistema autônomo de travagem de emergência, o detector de ângulo morto, o leitor de sinais de trânsito, o detector de transposição de faixa de rodagem, o eCall, os sensores de estacionamento, os sistemas de visão noturna, são alguns dos elementos mais comentados, recentemente.

 

São todos sistemas de segurança ativa ou passiva do veículo que devemos conhecer e com os quais nos devemos familiarizar para que estes conceitos relativos aos avanços tecnológicos, no mundo automóvel, não nos pareçam estranhos. Depois é a possibilidade de ler mensagens de texto, aceder à internet no carro, emparelhar o telefone e poder ver as agendas, as mensagens no consola central. Tudo isto pode provocar no condutor um nível de estresse difícil de gerir.

 

A quantidade de dados que podemos visualizar e ter em conta durante a condução pode cansar o condutor ou desviar-lhe a atenção da estrada, já que se ocupa com a leitura de dados, por vezes em suportes para os quais tem de desviar o olhar. Toda a informação recebida em pouco espaço de tempo gera momentos de saturação e bloqueio, e que nos levaria a um estado emocional de inquietação, no caso de termos de tomar várias decisões ao mesmo tempo.

fonte: http://www.circulaseguro.pt/veiculos-e-tecnologia/stress-tecnologico-fator-risco-na-conducao

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